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Plástico no mar: um caminhão de lixo é despejado na água por minuto

Zurich Termoplásticos 02/06/2020 Nenhum comentário Blog
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Plástico no mar: um caminhão de lixo é despejado na água por minuto

O descarte de plástico no mar traz uma questão importante para ser pensada: quais consequências e impactos ambientais serão desencadeados com esse comportamento?

Esses lançamentos no mar possuem origens distintas, como plásticos, papéis, vidro, e muitos outros dejetos poluentes. Entretanto, o produto encontrado em maior quantidade é o plástico no mar. Aproximadamente 85% de todo o lixo encontrado é formado por ele.

Dados divulgados no Fórum Econômico Mundial de Davos apontam que, se nada for feito até 2050, os oceanos estarão tão poluídos que haverá mais plástico do que peixes no fundo mar.

Nesse artigo, vamos apresentar quais são os impactos causados, por esse descarte inadequado de resíduos nos mares e oceanos, e o que a indústria do plástico tem feito sobre isso. Confira!

A vida marinha e o problema de plástico no mar

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a cada ano cerca de 8 milhões de toneladas deste material vão parar nos mares. Em uma soma rápida, podemos chegar ao número de que um caminhão de lixo cheio de plástico é jogado no oceano a cada minuto.

O Pnuma traz ainda o resultado de uma pesquisa, apontando que entre 60 a 90% das areias (que se acumulam nas linhas costeiras, superfícies e fundo do mar) já têm plástico.

O plástico no mar tem afetado mais de 800 espécies de animais marinhos, sendo que aproximadamente 15 delas estão ameaçadas de extinção. Esses dados foram trazidos ao mundo pela agência da ONU, que atua fortemente em conscientização e preservação do meio ambiente.

O plástico no mar tem os itens encontrados em maior quantidade, que são:

  • Canudos;
  • Copos de bebidas;
  • Garrafas e tampas;
  • Cotonetes de algodão;
  • Embalagens de alimentos;
  • Produtos de higiene íntima.

Quais são os impactos causados pelo plástico no mar?

1 – Morte dos animais marinhos

As pequenas tartarugas são as que mais sofrem com esse problema ambiental. Isso acontece porque os animais marinhos confundem o plástico com água viva ou qualquer outro tipo de alimento que possa ser ingerido por ele. 

Esse material dentro do animal acaba sufocando ou machucando órgãos internos, causando assim as suas mortes.

2 – Danos gravíssimos ao meio ambiente

Os animais morrem em larga escala e isso é um problema sério, mas as plantas também sofrem com essa poluição

Talvez você, leitor, não saiba, mas as plânctons e as algas marinhas colaboram significativamente com a produção de oxigênio na terra. Ou seja: se elas não resistem a poluição, nós sofreremos também.

3 – Contaminações

Quem costuma saborear frutos do mar, deve estar ainda mais atento, pois a contaminação de peixes é bastante comum por conta do lixo desenfreado nos mares. 

Esses animais marinhos, mesmo contaminados, possuem uma boa aparência, mas os problemas surgem logo após o consumo, gerando dores de estômago dentre outros problemas de saúde que poderiam ser evitados.

4 – Ecossistemas em desequilíbrio

Com o processo de poluição aumentando, ainda que diversas ações ocorram ao longo do mundo, o plástico no mar ainda segue com números altos. Dessa forma, a morte desproporcional de animais causa um desequilíbrio na cadeia.

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, mais da metade das tartarugas do mundo já ingeriram plástico, sendo que 100 mil animais marinhos morrem todos os anos em decorrência da contaminação desse material nos oceanos.

5 – Praias impróprias para banho

Quem tem como lazer ir à praia, precisa ter a consciência de que todo o lixo descartado de forma indevida, seja próximo a você ou do outro lado do mundo, afetará de alguma maneira a praia que nós frequentamos. 

Com o plástico no mar e toda essa poluição, fica difícil que essas sujeiras não cheguem às praias tornando-as impróprias. Essa é só mais uma preocupação diretamente ligada a nossa vida.

Uma pesquisa reuniu dados concluindo que 95% dos lixos jogados em praias do Brasil são compostos de plásticos. Esse é o resultado de um trabalho de monitoramento realizado desde 2012 pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), em parceria com o Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida).

O mundo e a poluição por meio de plástico no mar

O século XXI é repleto de inovações e tecnologias que vieram para mudar o mundo, mas é também responsável por uma rotina de vida acelerada, tornando comum a busca de produtos e serviços que sejam práticos de consumir. 

Com isso, o plástico aparece sendo um dos principais materiais a serem descartados, seja no cafezinho bebido em meio a rua ou no almoço que chega por aplicativos de entregas de comida. 

Tudo isso poderia ser reciclado, e assim ir para o seu destino correto, mas nem sempre é o que acontece; isso nos coloca no ranking de países que mais poluem mares. O Brasil está na 16ª posição da lista, de acordo com um estudo feito por pesquisadores americanos. 

Especialistas já afirmam que a capacidade da sociedade em lidar com os resíduos descartados inadequadamente é inferior à velocidade de produção desses lixos lançados nos oceanos.

Como as indústrias do setor plástico estão lidando com esse problema?

A  política dos 3 R’s (Redução, Reutilização e Reciclagem) serve para gerar menos resíduos nas produções cuja matéria-prima é o plástico. 

Dessa maneira, os resíduos retornam à cadeia de produção, transformando-se em novos produtos. Os benefícios dessa política são:

  • Evitar o desperdício;
  • Poupar os recursos naturais disponíveis;
  • Incentivar novas formas de consumo sustentável;
  • Contribuir com a diminuição de resíduos poluentes.

A única maneira de contribuir com a redução de lixos nos mares é reciclando-os. Por isso, os plásticos aparecem em novas versões mais sustentáveis (como o plástico verde e biodegradável de mandioca). 

A Zurich Termoplásticos contribui com ações regulares sustentáveis trabalhando com a política dos 3 R`s além de fazer uso da economia circular como já tratamos neste outro texto.

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