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Como a pandemia impactou a indústria e comércio de plásticos? Veja!

Zurich Termoplásticos 06/10/2020 Nenhum comentário Blog
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Como a pandemia impactou a indústria e comércio de plásticos? Veja!

A indústria e comércio de plásticos também foi duramente afetada pela pandemia da COVID-19, que continua a abalar o mundo e garantir um lugar de destaque do ano de 2020 na história.

O plástico é a matéria-prima essencial na produção de EPIs utilizados por trabalhadores e por médicos, bem como outros componentes hospitalares essenciais, como os tubos de respiradores, por exemplo.

Embora a pandemia tenha mostrado o valor do plástico, os impactos econômicos causados pela doença colocam o setor na incerteza.

Vale ressaltar, contudo, que a incerteza não é uma exclusividade da indústria do plástico. A realidade é que, embora haja a esperança de uma vacina em breve, ainda não há previsões de quando estará disponível para todos. 

 

Além disso, não podemos desconsiderar as mudanças de hábitos que o trauma do evento deve provocar.

Por fim, a crise sanitária mundial fez ressoar com ainda mais força o alarme para as preocupações ambientais, deixando claro que a forma como nos relacionamos com o planeta coloca nossa espécie em risco. 

Nesse aspecto, o plástico pode tanto ser encarado como vilão quanto como solução. Confira!

 

2020, o ano em que o mundo mudou: como a pandemia da COVID-19 impactou a indústria e comércio de plásticos

A pandemia da COVID-19 reforçou a importância do plástico no mundo moderno. Hoje, é impossível encontrar outra matéria-prima que conte com aplicações tão diversas e se destaque pela leveza, resistência e boa capacidade de higienização.

Os polímeros marcaram presença na linha de frente de combate à doença, sendo essenciais em hospitais e instituições de saúde para os cuidados aos doentes.

Máscaras, tubos de ventiladores e até mesmo testes para detecção da doença contam com o material em sua composição.

Essa poderia ser uma boa notícia para o setor, que, há algum tempo, enfrenta a injusta fama de vilão do planeta e campanhas pela redução e até banimento do plástico.

Embora sejam inegáveis que existam problemas hoje na produção e descarte dos polímeros, em sua esmagadora maioria, eles podem ser reciclados e reaproveitados.

Mais do que a matéria-prima em si, o problema é a insistência na economia linear em detrimento da economia circular.

 

A falta de reciclagem dos plásticos é um problema

A pandemia vem colocando a já insuficiente reciclagem do plástico em risco – no Brasil, apenas 3% dos resíduos plásticos são reciclados. 

Primeiro, pela exposição ao contágio dos catadores, que são os maiores responsáveis por movimentar a indústria de reciclagem. Segundo, pela brusca queda no preço do petróleo.

Com a economia parada no mundo todo, o consumo de combustíveis fósseis despencou, levando à queda no preço do petróleo, matéria-prima de grande parte da composição do plástico.

 

Assim, vem tornando-se mais barato para as empresas utilizarem polímeros novos que aqueles que passaram por reciclagem.

A queda do preço do petróleo, aliás, não coloca só em risco a reciclagem do plástico como também o próprio desenvolvimento da indústria do setor.

Nos últimos anos, a região do golfo do México, nos EUA, vinha tornando-se um polo importante na produção de plástico. Além do fácil acesso ao petróleo, a região conta com linhas de distribuição de gás natural, que tornava a produção dos polímeros no local bastante atrativa.

Assim, centenas de novas fábricas abriram as portas ali, enquanto gigantes mundiais contavam com planos de investimento pesado para implantação de plantas no local. Mas agora tudo mudou.

 

O gás natural não chega mais ao golfo do México

A queda do preço do combustível tornou o transporte inviável para os produtores. O barateamento do petróleo tornou a produção de plástico pouco atrativa aos investidores. 

A ideia de que a demanda pelo material no mercado mundial seria infinita foi quebrada. 40% de todo o plástico produzido no mundo é destinado à produção de embalagens de uso único. 

China, União Europeia, Canadá e países da África vêm impondo severas restrições, e até mesmo o banimento, desse tipo de embalagem na esteira do aumento com as preocupações ambientais.

O futuro da indústria e comércio de plástico, assim, parece residir na capacidade de inovação, com novos produtos e polímeros que sejam mais sustentáveis, bem como no investimento em ações de logística reversa que promovam a reciclagem e diminuam os impactos ambientais do material.

 

O plástico permite avanços.

Por fim, é preciso sempre destacar que o plástico é um material que possibilitou inúmeros avanços nas mais diversas áreas da atividade humana. 

O dispositivo em que você está lendo esse artigo, por exemplo, possivelmente não existiria sem o material.

Assim, não temos dúvidas que mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia da COVID-19, a indústria e comércio de plástico vai se reinventar e seguir firmes como um dos pilares da economia e modo de vida no mundo.

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Até a próxima!

 

Postado por Zurich ZURICH_BLOG_industria-e-comercio-de-plasticos

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