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Identificação de polímeros: Saiba como fazer

Diego Z F 18/01/2017 Nenhum comentário Dicas
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Identificação de polímeros: Saiba como fazer

Via Puro Plástico

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Contaminação de materiais, diminuição da vida útil da rosca (parafuso) e forno (canhão), baixa qualidade de produção e desperdício de matéria-prima; são esses alguns dos problemas que podem ocorrer dentro do ambiente fabril, devido à falta de mão de obra qualificada para identificar os materiais plásticos e saber tratá-los. Uma vez que o profissional tenha o embasamento teórico necessário sobre as famílias de resinas, utilizando algumas medidas práticas, que explicaremos neste post, rapidamente conseguirá identificar o material e evitar tais danos.

O dia a dia das resinas nas indústrias

Se uma empresa que utiliza somente um tipo de resina, sem o devido conhecimento sobre essa matéria-prima, já pode ter sérios problemas, imagine as situações em que se utiliza várias resinas para atender o Mix de Produtos? Neste caso, o risco de contaminação entre os materiais é eminente, podendo acarretar em diversos danos. Acompanhe alguns exemplos:

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Vale lembrar que um dos tópicos da adequação da Norma NR12 refere-se à capacitação da mão de obra, o que implica no conhecimento e devido tratamento das resinas utilizadas na produção.

Como identificar os materiais?

Os materiais plásticos podem ser identificados por análises químicas e térmicas, mas para isso é necessário um laboratório com condições normatizadas e sofisticados equipamentos que, em muitos casos, custam muito caro. Portanto, o mais usual, é a identificação na prática.

Para identificar uma resina é necessário, primeiramente, conhecer os principais materiais plásticos que são utilizados no mercado, como, por exemplo:

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Como realizar a identificação?

➡ A primeira coisa que se deve fazer para identificar um material é observar e sentir a amostra, verificando se é flexível, rígido, transparente, opaco etc. Se o profissional conhecer as características básicas da resina, conseguirá fazer uma identificação aproximada do tipo de material; contudo, ainda não poderá afirmar com precisão;

➡ A segunda etapa da análise é a exposição ao fogo, devendo-se observar a cor da fumaça, a cor da chama e a forma de gotejamento (se ocorrer), analisando se solta fuligem ou não e se o material é auto-extinguível;

➡ O cheiro é fundamental para indicar o tipo de resina (independente da cor da fumaça). É comum a realização de misturas na composição do material, como a incorporação de cargas e aditivos, a ocorrência de contaminações e a variação de índices de fluidez, que são fatores que podem alterar as características de queima, porém, o cheiro não muda. Por outro lado, é importante ressaltar, que existem resinas de uma mesma família que possuem as mesmas características de queima, mas o cheiro é diferente.

Fique bem atento sobre o material a ser injetado

Atualmente, existe uma quantidade muito grande de resinas no mercado; mas se o profissional do ramo plástico conhecer os principais materiais, suas propriedades, características de processamento e métodos de identificação, conseguirá realizar o controle adequado das resinas, garantindo a qualidade do produto final e a redução de custos.

Por melhor que sejam os equipamentos e a matéria-prima utilizada na produção, é fundamental o controle rigoroso sobre a disposição, utilização e tratamento das resinas no ambiente fabril, mas isso somente é possível com mão de obra qualificada e uma equipe bem treinada.

Fonte: Puro Plástico | www.starmach.com.br
Postado por: Zurich Termoplásticos | WWW.INJECAODEPLASTICOS.COM.BR

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