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Embalagens mantém demanda produtiva no Amazonas

Diego Z F 13/07/2017 Nenhum comentário Economia industrial, Industria do plástico
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Embalagens mantém demanda produtiva no Amazonas

Via: Portal Amazônia

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Setor faturou R$ 1,9 bilhão de janeiro a maio no PIM, com um crescimento de 11,35% sobre o ano anterior

O subsetor de embalagens, incluso no segmento termoplástico do Polo Industrial de Manaus (PIM), mantém demanda produtiva na contramão da instabilidade econômica nacional e segura os índices positivos do setor. Atualmente, o segmento opera com 90% da capacidade produtiva instalada.

Segundo o Sindicato das Indústrias de Material Plástico de Manaus (Simplast), o crescimento é decorrente da continuidade no consumo, fator que consequentemente tem sido impulsionado pela injeção dos pagamentos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Os Indicadores de Desempenho da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), mostram que de janeiro a maio deste ano o setor termoplástico faturou R$ 1,9 bilhão, com um crescimento de 11,35% em relação a igual período do ano anterior. Segundo o presidente do Simplast, Celso Zilves, a atuação e os resultados do subsetor de embalagens contribui significativamente para a manutenção dos faturamentos crescentes.

Ele afirma que em decorrência do aumento na demanda, nos primeiros meses do ano, o subsetor “segurou” setores que não alcançaram o mesmo desempenho. “Sentimos, nos primeiros meses do ano, uma melhora momentânea, o que descarta a possibilidade de reaqueacimento produtivo ou de tendência de crescimento. A ociosidade, no setor plástico, ainda é expressiva, em torno de 40%. Por outro lado, no subsetor de embalagem, a demanda permanece crescente, o que mostra que o setor está em crescimento, ainda que de forma mínima”, disse.

Zilves explica que um fator positivo que contribui para o crescimento do subsetor é que as fabricantes de embalagens do PIM não sofrem interferência externa, ou seja, não competem com produtos estrangeiros. Ele explica que o produto tem baixo valor agregado e que o frete elevaria os custos. “O subsetor sofre menos impacto da crise do que os demais subsetores porque além do mercado interno continuar consumindo, ele também não sofre interferência externa. É difícil importar a embalagem por ser um produto com baixo valor agregado e o frete elevaria o custo”, afirmou.

Via: Portal Amazônia | www.portalamazonia.com
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