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Cuidados para não haver contaminação de materiais

Zurich Termoplásticos 12/06/2019 Nenhum comentário Injeção de Termoplásticos
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Cuidados para não haver contaminação de materiais

Durante a fabricação de produtos, todo cuidado é pouco!

A atenção também é necessária no momento de produzir artigos com injeção de termoplástico.

O risco de contaminação entre as várias resinas utilizadas na fabricação pode gerar problemas sérios na matéria-prima e no produto final.

O manuseio das injetoras, das resinas e de outros componentes deve ser correto e realizado por profissionais habilitados.

Quando não há um procedimento adequado acontece a temida contaminação e o resultado pode ser desastroso.

 

O que pode acontecer quando há contaminação em uma indústria de plástico injetado?

  • As impurezas transferidas para a matéria-prima são as responsáveis pelos prejuízos e danos em toda a produção.
  • Esse contágio pode diminuir, consideravelmente, a qualidade dos produtos.
  • A vida útil dos equipamentos, como forno ou rosca, reduzem bastante.
  • O desperdício de matéria-prima eleva os custos.

 

Todas essas situações podem ser evitadas com mão de obra especializada.

Profissionais com conhecimento técnico estão acostumados com os procedimentos de limpeza e cuidados para evitar essa contaminação.

Também sabem fazer a correta separação das resinas para preservar a empresa de todos esses infortúnios.

 

Quais procedimentos evitam a contaminação?

Óleo, graxa ou ferrugem podem deixar resíduos nos moldes. Se não forem bem limpos vão contaminar a matéria-prima e os produtos terão a qualidade prejudicada.

Outro problema muito comum é que os moldes estragam rapidamente e, quando não passam por manutenção adequada, logo vão necessitar de reparos que podem ter um alto custo.

Faça um acompanhamento diário dos equipamentos para que, ao final de cada produção, eles sejam limpos para a retirada total de qualquer resíduo.

 

Como identificar os tipos de resinas e impedir a contaminação de materiais?

  • Passo 1

O primeiro passo é identificar se o material é opaco ou transparente.

É importante, também, senti-lo para saber se sua característica é rígida ou flexível. Esse exame deve ser minucioso.

 

  • Passo 2

Em seguida é preciso colocá-lo no fogo e notar a cor da fumaça.

A tonalidade do fogo, a liberação de fuligem e a ocorrência de gotejamento são características que classificam o material.

 

  • Passo 3

Por último o profissional vai analisar o cheiro, outra propriedade que identifica o tipo de resina.

Mesmo que tenham sido incorporados outros materiais, o cheiro não muda, independentemente da cor da fumaça.

Por outro lado, alguns tipos de resinas, do mesmo grupo, podem ter queimas similares e cheiro diferente.

Diante de uma análise tão técnica deu para perceber que somente especialistas conseguem realizá-la.

Conte com uma empresa capacitada para realizar a injeção de termoplásticos para atender sua demanda com qualidade. Isso é fundamental para uma produção eficiente.

 

Tem alguma sugestão ou dúvida? Envie para nós.

Até a próxima!

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